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15.6: Células Estaminais Embrionárias
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Embryonic Stem Cells
 
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15.6: Embryonic Stem Cells

15.6: Células Estaminais Embrionárias

Embryonic stem (ES) cells are undifferentiated pluripotent cells, meaning they can produce any cell type in the body. This gives them tremendous potential in science and medicine since they can generate specific cell types for use in research or to replace body cells lost due to damage or disease.

Origin

ES cells are present in the inner cell mass of an embryo at the blastocyst stage, which occurs at about 3–5 days after fertilization in humans before the embryo is implanted in the uterus. Human ES cells are usually derived from donated embryos left over from the in vitro fertilization (IVF) process.

The cells are collected and grown in culture, where they can divide indefinitely—creating ES cell lines. Under certain conditions, ES cells can differentiate—either spontaneously into a variety of cell types, or in a directed fashion to produce desired cell types. Scientists can control which cell types are generated by manipulating the culture conditions—such as changing the surface of the culture dish or adding specific growth factors to the culture medium—as well as by genetically modifying the cells. Through these methods, researchers have been able to generate many specific cell types from ES cells, including blood, nerve, heart, bone, liver, and pancreas cells.

Regenerative Medicine

Regenerative medicine concerns the creation of living, functional tissues to replace dead, diseased or malfunctioning ones. Given their ability to differentiate into any cell type, ES cells are used in regenerative medicine. While this field is still in the early stages, several potentially beneficial cell types have been produced from ES cells, and clinical studies have begun to test their safety and effectiveness in patients. Some initial results have been promising—for instance, paralyzed patients regained some movement after receiving ES-derived nervous system cells. Additionally, ES cells can be used to study early events in human development—which is otherwise difficult—and provides a source of specific cell types which can be used in drug testing and other scientific research.

As células estaminais embrionárias (ES) são células pluripotentes indiferenciadas, o que significa que podem produzir qualquer tipo de célula no corpo. Isso dá-lhes um enorme potencial na ciência e na medicina, uma vez que elas podem gerar tipos de células específicas para uso em investigação ou para substituir células do corpo perdidas devido a lesões ou doenças.

Origem

As células ES estão presentes na massa celular interna de um embrião no estágio de blastocisto, que ocorre cerca de 3 a 5 dias após a fertilização em humanos antes do embrião ser implantado no útero. As células ES humanas são geralmente derivadas de embriões doados que sobraram do processo de fertilização in vitro (FIV).

As células são recolhidas e colocadas em cultura, onde podem dividir-se indefinidamente—criando linhas celulares ES. Sob certas condições, as células ES podem diferenciar-se—seja espontaneamente em uma variedade de tipos de células, ou de forma direcionada para produzir tipos de células desejadas. Os cientistas podem controlar que tipos de células são produzidas manipulando as condições da cultura—como mudar a superfície da caixa de cultura ou adicionar fatores específicos de crescimento ao meio da cultura—bem como modificando geneticamente as células. Através desses métodos, os investigadores têm sido capazes de produzir muitos tipos de células específicas a partir de células ES, incluindo células do sangue, nervo, coração, osso, fígado e pâncreas.

Medicina Regenerativa

A medicina regenerativa diz respeito à criação de tecidos vivos e funcionais para substituir os mortos, doentes ou com mau funcionamento. Dada a sua capacidade de se diferenciarem em qualquer tipo de célula, as células ES são usadas na medicina regenerativa. Embora este campo ainda esteja nos estágios iniciais, vários tipos de células potencialmente benéficas foram produzidos a partir de células ES, e estudos clínicos começaram a testar a sua segurança e eficácia em pacientes. Alguns resultados iniciais têm sido promissores—por exemplo, pacientes paralisados recuperaram algum movimento depois de receber células do sistema nervoso derivadas de células ES. Além disso, as células ES podem ser usadas para estudar eventos iniciais do desenvolvimento humano—o que é de outra forma difícil—e fornecem uma fonte de tipos de células específicas que podem ser usadas em testes de fármacos e outras investigações científicas.


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