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33.6: O Registo Fóssil
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The Fossil Record
 
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33.6: The Fossil Record

33.6: O Registo Fóssil

The fossil record documents only a small fraction of all organisms that have ever inhabited Earth. Fossilization is a rare process, and most organisms never become fossils. Moreover, the fossil record only exhibits fossils that have been discovered. Nevertheless, sedimentary rock fossils of long-lived, abundant, hard-bodied organisms dominate the fossil record. These fossils offer valuable information, such as an organism's physical form, behavior, and age. Studying the fossil record helps scientists to place fossils into geological (e.g., Paleozoic era; 250-570 million years ago) and evolutionary (e.g., first tetrapod organism) contexts.

Whale evolution, for example, is one of the most well-studied examples of evolutionary change in the fossil record. Modern whales descended from a terrestrial, tetrapod ancestor that transitioned from land, back to water. Ancestral whales' forelimbs later evolved into flippers to aid swimming, while their hindlimbs disappeared. The fossil record reveals whales' terrestrial (e.g., Indohyus), semi-aquatic (e.g., Ambulocetus), and aquatic (e.g., Dorudon) ancestors throughout the early Cenozoic era—nearly 50 million years ago. Both modern and extinct organisms can inform scientists' understanding of life on Earth.

In addition to showing evolutionary changes in organisms themselves, the fossil record captures changes in biodiversity as well. Fossils throughout the Paleozoic era record the gradual emergence of animals (e.g., marine arthropods like trilobites), plants (e.g., Gilboa trees), and fungi (e.g., Prototaxites). Fossil evidence also reflects mass extinctions of species over evolutionary time. Scientists recognize five major extinction events in which over 75% of early species vanished. For instance, a mass extinction event in the late Paleozoic era wiped out the aforenoted organisms.

Fossils enable scientists to reconstruct accounts of life on Earth. For example, extinction events tend to result in radiation of diverse species with a common ancestor. After the late Paleozoic era's mass extinction event, fossil evidence supports that the age of dinosaurs began and persisted for nearly 180 million years (i.e., Mesozoic era; 65-250 million years ago). Another mass extinction event occurred in the late Mesozoic era, at which point the age of mammals began and continues to the present day (i.e., Cenozoic era; 65 million years ago-present). Thus, the fossil record supports the origins of species and serves as an essential tool for understanding evolution.

O registo fóssil documenta apenas uma pequena fração de todos os organismos que já habitaram a Terra. A fossilização é um processo raro, e a maioria dos organismos nunca se tornam fósseis. Além disso, o registo fóssil só exibe fósseis que foram descobertos. No entanto, fósseis de rochas sedimentares de organismos de com grande longevidade, abundantes, e de corpo rígido dominam o registo fóssil. Esses fósseis oferecem informações valiosas, como a forma física, o comportamento e a idade de um organismo. Estudar o registo fóssil ajuda os cientistas a colocarem os fósseis em contextos geológicos (por exemplo, era Paleozóica; 250-570 milhões de anos atrás) e evolutivos (por exemplo, primeiro organismo tetrápode).

A evolução das baleias, por exemplo, é um dos exemplos mais bem estudados de mudança evolutiva no registo fóssil. As baleias atuais descendem de um ancestral terrestre e tetrápode que transitou da terra, de volta para a água. Os membros dianteiros das baleias ancestrais mais tarde evoluíram em barbatanas para ajudar a nadar, enquanto que os traseiros desapareceram. O registo fóssil revela os ancestrais terrestres (por exemplo, Indohyus), semiaquáticos (por exemplo, Ambulocetus), e aquáticos (por exemplo, Dorudon) das baleias ancestrais durante o início da era Cenozóica—há quase 50 milhões de anos. Tanto organismos atuais como extintos podem ajudar os cientistas a compreenderem a vida na Terra.

Além de mostrar mudanças evolutivas nos próprios organismos, o registo fóssil também capta mudanças na biodiversidade. Fósseis ao longo da era Paleozóica registam o aparecimento gradual de animais (por exemplo, artrópodes marinhos como trilobites), plantas (por exemplo, árvores Gilboa), e fungos (por exemplo, Prototaxites). Evidências fósseis também refletem extinções em massa de espécies ao longo do tempo evolutivo. Os cientistas reconhecem cinco grandes eventos de extinção nos quais mais de 75% das espécies primitivas desapareceram. Por exemplo, um evento de extinção em massa no final da era Paleozóica exterminou os organismos mencionados anteriormente.

Os fósseis permitem que os cientistas reconstruam narrativas da vida na Terra. Por exemplo, eventos de extinção tendem a resultar na radiação de diversas espécies com um ancestral comum. Após o evento de extinção em massa da era Paleozóica, evidências fósseis suportam que a era dos dinossauros começou e persistiu por quase 180 milhões de anos (ou seja, era Mesozóica; 65-250 milhões de anos atrás). Outro evento de extinção em massa ocorreu no final da era Mesozóica, momento em que a era dos mamíferos começou e continua até aos dias de hoje (ou seja, era Cenozóica; 65 milhões de anos atrás-presente). Assim, o registo fóssil apoia as origens das espécies e serve como ferramenta essencial para a compreensão da evolução.


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