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Durante a espermatogênese humana, as células-tronco dentro dos testículos dão origem a células de esperma funcionais. Este processo ocorre dentro de túbulos seminíferos, estruturas envoltas em músculos que contêm uma camada periférica de células, em torno de um centro oco. É importante ressaltar que a camada interior contém células-tronco, cada uma conhecida como espermatogónio, e células de Sertoli de suporte.
Fatores produzidos durante a puberdade estimulam um espermatogónio a se dividir por mitose. Das duas células seguintes, uma continua a servir como célula-tronco, enquanto a outra passa a ser um precursor que formará no final das contas, o esperma. Múltiplas divisões mitóticas subsequentes desta célula precursora eventualmente resultarão em um novo tipo de célula chamada de espermatócito, localizada mais perto do interior do túbulo.
Neste ponto, fatores adicionais modulados pelas células de Sertoli induzem os espermatócitos a entrarem em meiose fazendo com que se dividam duas vezes. Assim, cada espermatócito produz quatro células haploides, cada uma contendo um único conjunto de cromossomas. Esses espermátides haplóides estão situadas na fronteira entre a camada celular e o núcleo oco do túbulo seminífero.
Conforme a espermatogênese prossegue, as espermátides perdem citoplasma, se afinam e desenvolvem caudas características chamadas flagelos. O espermatozoide diferenciado resultante é então liberado para o centro oco dos túbulos e eventualmente faz o seu caminho através do trato genital masculino. Assim, o resultado final da espermatogênese são numerosas células espermáticas móveis haplóides equipadas para fertilizar oócitos.
A espermatogénese é o processo pelo qual os espermatozóides haplóides são produzidas nos testículos masculinos. Começa com células estaminais localiza…
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