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Sólidos de redes covalentes contêm uma rede tridimensional de átomos covalentemente ligados, conforme encontrados nas estruturas de cristais de não-me…
Sólidos covalentes de rede são sólidos cristalinos que são constituídas por uma vasta rede tridimensional de átomas individuais mantidos juntos por fortes laços covalentes. Exemplos de rede sólidas covalentes incluem o diamante, que tem uma rede contínua de carbono átomos, e quartzo, que tem uma rede contínua de silício e átomos de oxigênio. A covalente extremamente forte forças entre os átomos tornar estes sólidos duros com pontos de fusão muito elevados.
Por exemplo, em diamante, cada átomo de carbono é sp³ hibridizado e ligado por via tetraédrica a quatro carbono vizinhos átomos através de ligações únicas covalentes. Isto está fortemente interligado nas contas de rede para o invulgar dureza do diamante e o seu ponto de fusão muito elevado. O diamante é um pobre condutor elétrico, uma vez que não há elétrons deslocalizados.
No quartzo, cada átomo de silício está ligado a quatro átomos de oxigênio, e cada átomo de oxigênio é partilhado entre um par de átomos de silício. O silício forte-oxigênio resulta da ligação covalente na dureza e na altura ponto de derretimento do quartzo. A grafite é uma sólido covalente de rede porque é suave e conduz eletricidade.
Tal como o diamante, o grafite é um alótropo de carbono, o que significa que o dois materiais são composto de átomos de carbono em disposições tridimensional diferentes. No grafite, os átomos de carbono estão dispostos em camadas de interligação em anéis hexagonais. Dentro de cada camada, cada átomo de carbono é sp² hibridizado e está covalentemente ligado a três átomos de carbono vizinhos.
Os elétrons sem ligação são deslocalizados em todo o camada, fazendo do grafite um bom condutor elétrico. No entanto, estas camadas só são mantidos juntos por forças de dispersão fracas. Consequentemente, as camadas podem deslizar uns sobre os outros, fazendo do grafite macio e escamosa.
É por isso que o grafite é utilizado em lápis:as camadas de carbono são facilmente transferidas para o papel.
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Q1: What makes network covalent solids so hard and heat-resistant?
Network covalent solids are extremely hard and have high melting points because their atoms are held together by strong covalent bonds throughout a continuous three-dimensional structure. To melt or break these solids, covalent bonds must be broken, which requires enormous energy. Diamond, for example, melts above 3500°C due to its interconnected carbon atoms bonded tetrahedrally in all directions.
Q2: Why is graphite soft and conductive while diamond is hard and insulating?
Graphite and diamond are allotropes of carbon with different atomic arrangements. In graphite, carbon atoms form layers of hexagonal rings with delocalized electrons that conduct electricity, but weak dispersion forces between layers allow them to slide easily, making graphite soft. Diamond's three-dimensional tetrahedral bonding network with no delocalized electrons makes it hard and insulating.
Q3: What is the difference between sp3 and sp2 hybridization in carbon network solids?
In diamond, each carbon atom is sp3 hybridized and forms four single covalent bonds arranged tetrahedrally to neighboring carbon atoms. In graphite, carbon atoms are sp2 hybridized and form three covalent bonds within planar hexagonal layers. This difference in hybridization and bonding geometry directly explains why diamond is hard and graphite is soft and conductive.
Q4: How does the structure of quartz differ from diamond?
Quartz is a network covalent solid composed of silicon and oxygen atoms, where each silicon atom bonds to four oxygen atoms and each oxygen is shared between two silicon atoms. Like diamond, quartz has strong covalent bonding throughout its three-dimensional network, resulting in hardness and high melting points. However, quartz's composition and atomic arrangement differ fundamentally from pure carbon diamond.
Q5: What are allotropes and why do diamond and graphite have such different properties?
Allotropes are different structural forms of the same element. Diamond and graphite are carbon allotropes with vastly different properties because their atoms arrange differently in three dimensions. Diamond's tetrahedral bonding creates hardness in all directions, while graphite's layered structure with weak interlayer forces creates softness and flakiness, making it ideal for pencil lead.
Q6: Why can graphite conduct electricity while most network covalent solids cannot?
Graphite conducts electricity because its sp2 hybridized carbon atoms in hexagonal layers have nonbonding electrons that are delocalized across the entire layer. This electron mobility allows electrical current to flow. In contrast, diamond has no delocalized electrons because each carbon atom uses all its electrons in four localized covalent bonds, making it an insulator.
Q7: What makes graphene a promising material for future technology?
Graphene is a single-atom-thick sheet of graphite discovered in 2004. It combines strength and lightweight properties with excellent electrical and thermal conductivity. These properties make graphene promising for applications including advanced computer chips, improved batteries and solar cells, and stronger structural materials, earning its discoverers the 2010 Nobel Prize in Physics.