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As membranas microbianas exibem diversas composições lipídicas em bactérias, archaea e eukarya, refletindo adaptações evolutivas distintas.
As bactérias e a eucaria sintetizam ácidos graxos a partir de acetil-CoA e malonil-CoA por meio da via da sintase de ácidos graxos, que envolve condensação, redução e desidratação.
Em contraste, as archaea produzem lipídios isoprenóides a partir do pirofosfato de isopentenila através da via do fosfato de mevalonato.
Em bactérias e eucarias, os ácidos graxos estão ligados ao glicerol por meio de ligações éster, formando fosfolipídios como fosfatidiletanolamina, fosfatidilglicerol e cardiolipina, contribuindo para a integridade e função da membrana.
Archaea, sem ácidos graxos, possui lipídios isoprenóides ligados ao éter para estabilidade em condições extremas.
Sua biossíntese reúne precursores como isopentenil e dimetilalil pirofosfato em isoprenóides, incluindo carotenóides e lipídios poliisoprenóides.
Algumas bactérias, como Bradyrhizobium e Streptomyces, usam esses precursores isoprenóides para sintetizar esqualeno, que se cicliza em hopanoides estabilizadores de membrana.
Os eucariotos usam os mesmos precursores para sintetizar esteróis como
As membranas microbianas apresentam notável diversidade na composição lipídica, refletindo adaptações evolutivas a diferentes condições ambientais. Os…
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