$$\rightleftharpoonup{xx}$$
$$\longleftharp{xx}$$,
$$\longrightharp{xx}$$,
Nos últimos vinte anos, o exame Focused Assessment with Sonography for Trauma (FAST) transformou o atendimento de pacientes que apresentam uma combinação de trauma (contuso ou penetrante) e hipotensão. Nesses pacientes traumatizados hemodinamicamente instáveis, o exame FAST permite o rastreamento rápido e não invasivo de líquido pericárdico ou peritoneal livre, o que implica a lesão intra-abdominal como provável contribuinte para a hipotensão e justifica a exploração cirúrgica abdominal emergente. Além disso, a porção abdominal do exame FAST também pode ser usada fora do contexto de trauma para rastrear líquido peritoneal livre em pacientes que se tornam hemodinamicamente instáveis em qualquer contexto, inclusive após procedimentos que podem inadvertidamente lesar órgãos abdominais. Essas situações "não traumáticas" de instabilidade hemodinâmica são frequentemente triadas por profissionais de outras especialidades que não a medicina de emergência ou cirurgia do trauma que não estão familiarizados com o exame FAST. Portanto, há necessidade de disseminar o conhecimento sobre o exame FAST para todos os clínicos que cuidam de pacientes críticos. Nesse sentido, este artigo descreve a aquisição das imagens do exame FAST: posicionamento do paciente, seleção do transdutor, otimização da imagem e limitações do exame. Como é provável que o líquido livre seja encontrado em locais anatômicos específicos que são únicos para cada exame FAST canônico, este trabalho centra-se nas considerações únicas de aquisição de imagens para cada janela: subcostal, quadrante superior direito, quadrante superior esquerdo e pelve.